segunda-feira, 12 de julho de 2010

"AVIVA Ó SENHOR, A TUA OBRA!!"




" Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi: aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica: na ira lembra-te da misericórdia. " Hc 3.2

"AVIVA Ó SENHOR, A TUA OBRA!!"

O avivamento é a vida ideal para o povo de Deus. A necessidade do avivamento sempre se fez sentir na igreja de Cristo Quanto os ventos do Espírito Santo sopram sobre o povo, Deus revela toda a sua misericórdia e grandeza, e fica suficientemente demonstrado que o único caminho para os homens é o Filho de Deus o qual vive para todo o sempre.

Avivamento não é movimento de homens, não é inovação, não é barulho, não é construção de templos, não são conjuntos musicais, não é um programa metódico pré-elaborado. Avivamento é a presença do Espírito Santo na Igreja, é o retorno a simplicidade, é o fogo ardendo no altar, é a sarça-ardendo no Herebe, é o machado de volta ao cabo, é descer à casa do oleiro, é sentir os lábios queimando como uma brasa viva, é ouvir um som de um vento, é o encher do Espírito!

"SEGREDOS DO VERDADEIRO AVIVAMENTO"

1) Um avivamento é necessário porque o homem natural não tem vida, ( Jo 10.10; Ef 1.1,3 ). Ele carece de encontrar a verdadeira fonte de vida espiritual.

2) Um avivamento somente pode ser efetuado por DEUS, ( Hc 3.2 ). Homens não produzem avivamentos. Somos agentes, instrumentos, servos e obreiros, mas não produtores de avivamentos.

3) É necessário que toda a comunidade evangélica deseje o avivamento. Cada criatura necessita sentir esse profundo desejo de pôr sua própria vida em ordem diante de Deus.

4) Qualquer verdadeiro avivamento tem como característica o retorno sincero à palavra de Deus, ( Jo 6.33; At 4.31; 2Rs 22.8,17 ). Deus vela por sua Palavra para a cumprir, ( Mt 24.35 ).

5) É impossível obter um avivamento sem oração. Oração é a respiração da alma ( At 4.31 ). Quando oramos, movemos o braço que move o mundo. A vida de oração da Igreja é o termômetro de sua espiritualidade.

6) O Verdadeiro autor do genuíno avivamento é o Espírito Santo.

"AVIVAMENTO ESTÁ CONDICIONADO A:"

- Conserto do Altar - 1 Rs 19:
a) O altar próprio ( coração ). "Filho meu, dá-me o teu coração" ( Pv 23.26 );
b) Altar do Senhor ( Bíblia Sagrada ) "Escondi a tua..." ( Sl 119. 11 );
c) Altar do Espírito ( Igreja ). "Alegrei-me quando..." ( Sl 122.1 ).
- Oração com Fé - "Se pedirdes alguma..."
a) Oração para o caminho, "lâmpada para os meus pés..." ( Sl 119.105 );
b) Oração para o alto. "Elevo os meus olhos..." ( Sl 121.1 );
c) Oração geral ( o avivamento em si ). "Aviva, ó Senhor...", ( Hc 3.2 ).

"QUANDO NECESSITAMOS DE AVIVAMENTO"

Quando é mais fácil ficar em casa do que ir aos cultos; quando é mais fácil ler o jornal do que ler a Bíblia; quando é mais fácil dormir do que ouvir a pregação; quando é mais fácil ficar do lado de fora do que entrar no templo; quando é mais fácil pecar do que vigiar; quando é mais fácil desobedecer do que seguir fielmente.

"AVIVAMENTO NO CORPO, ALMA E ESPÍRITO"

Soprou sobre eles ( Jo 20 )
Ao Soprar sobre os discípulos, Jesus ofereceu-lhes nova vida no Espírito, mas ainda tinham de receber o dom. Ele não soprou o Espírito para dentro deles, soprou-os sobre eles. Eles tinham de tomar a decisão de permitir a entrada do Espírito Santo. O sol pode estar brilhando lá fora, mas é preciso que a pessoa abra as janelas para que a luz possa entrar na casa.

“ Avivamento não é movimento de homens, avivamento não é uma inovação, avivamento não são conjuntos musicais, avivamento não é um barulho. Avivamento é a obra direta do Espírito Santo no coração do crente. O Espírito Santo não distroi, pelo contrário, constrói. Sobre as brasas recobertas de cinzas, reascende os carvões que se avivam e ardem a dão calor ”.


Que a Graça e a Paz do nosso Senhor sempre esteja nos nossos corações.


Pr.Tony F.L.Mamedes

sábado, 26 de junho de 2010

LEVITAS!!




LEVI do Hebraico LÊWI ligado a raiz IÃWÂ significa JUNTAR, ou ainda HILLAWEH que significa UNIR. O nome HILLAWEH (LEVÍ) é da mesma família onomatopaica da palavra HALELUIA. Vamos estudar um pouco mais sobre Levi e entenderemos o porquê deste nome.
"Outra vez concebeu Lia, e deu à luz um filho, e disse: Agora, desta vez, se unirá mais a mim meu marido, porque lhe dei à luz três filhos; por isso, lhe chamou Levi." Gn 29.34.

A pergunta que surge neste momento a todos os levitas é: Eu estou usando o dom de Deus para unir o quê? Sim, porque há muitos que perderam a visão e estão usando seus dons e talentos para seus próprios prazeres. Em vez de atraírem a presença de Deus para a igreja estão se ofertando como artistas, como showmans. Estão querendo atrair toda a atenção dos ouvintes para si. Alguns com suas vidas deformadas estão atraindo maldição em vez de bênçãos, estão disputando com outros levitas, causando divisão entre músicos e cantores; com isto se vê que não entendem nada sobre o ministério levita.
Responsabilidades com o Tabernáculo
O papel dos levitas como ministros do tabernáculo era de cooperarem na edificação do tabernáculo, sob a supervisão do filho de Arão, Itamar. Nas leis preparatórias para a marcha pelo deserto, Levi foi separado por Deus, das outras tribos, e colocado sob a responsabilidade de desmanchar, transportar e erigir o tabernáculo além de servirem como uma espécie de pára-choque para protegerem as demais tribos israelitas da indignação de Deus, que os ameaçava se despercebidamente entrassem em contato com a tenda sagrada ou com os seus móveis. Nm 1.47-54.

O Levita e a Santificação

A santificação é o elemento chave para que um levita tenha o seu ministério bem sucedido e é também a maior responsabilidade de um servo de Deus.
"Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor". Hb 12.14.
Nenhum Levita pode fazer a obra de Deus sem estar com sua vida em santidade:
"Os levitas se purificaram e lavaram as suas vestes, e Arão os apresentou por oferta movida perante o SENHOR e fez expiação por eles, para purificá-los. Depois disso, chegaram os levitas, para fazerem o seu serviço na tenda da congregação, perante Arão e seus filhos; como o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram." Nm 8.21-22.

Este texto mostra que os levitas tinham que se lavar e purificar suas vestes. Não há como exercer o ministério diante do Senhor sem passar pela experiência da santificação, da purificação pela palavra de Deus. Veja mais este texto do Novo Testamento:
"Para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra." Ef 5.26.
Não entendo como alguns ministros querem desenvolver um ministério poderoso, sem vida de oração. Também não entendo como algumas igrejas desejam ser abençoadoras sem a prática da adoração. Vamos mergulhar nestes dois elementos imprescindíveis para a vida vitoriosa da igreja e do ministro.

O Levita e a Oração

Parece bobagem querer conceituar a oração, já que ela é uma experiência tão insondável e ao mesmo tempo tão real de qualquer pessoa que algum dia já a tenha experimentado. Todas as vezes que alguém pretender discorrer sobre o assunto, automaticamente vai se deparar com a expressão de sua experiência própria. Pois acredito que qualquer fórmula ou projeto de oração não pode ser tido como manual inviolável sobre a oração. O Pai Nosso ensinado por Jesus trata-se apenas de uma sugestão de Cristo quanto a um modelo de oração, o qual terá sempre o tamanho e as dimensões experienciais de cada um. O que vou abordar neste é apenas a necessidade e alguns resultados decorrente de uma vida de oração.
Necessitamos de Oração:

1º) Para conhecermos o coração de Deus. Quão grandes mistérios estão ocultos no coração de Deus, quantas coisas tremendas estão reservadas em seu coração a respeito de cada um de nós. Quantas vezes tomamos decisões erradas diante de determinada situação por não conhecermos o coração do pai, por não sabermos qual seria a atitude de Deus diante do fato? A oração nos revela o coração de Deus, nos torna confiáveis para que Deus revele seus mais absolutos segredos. Isto é naturalmente compreendido, basta apenas observarmos os relacionamentos humanos para verificarmos que quanto mais convivemos e conversamos com as pessoas mais nos tornamos confiáveis e mais haverá liberdade para o desvendar do coração. Com Deus também é assim Deus com absoluta certeza deseja compartilhar seus sentimentos e abrir o coração, para aquele que vive em comunhão com Ele, para aqueles que mais tempo passam em sua presença. Há muitos que se gloriam pelo tempo que têm de igreja, alguns dizem: “Estou nesta igreja desde a sua fundação.”
Anos de cartão de membro nada são em comparação ao tempo de oração de cada cristão. O importante é quanto tempo de todo o tempo que tenho eu passo na presença de Deus em oração.

2º) Para conhecermos o nosso próprio coração. A vida de oração também nos revela o nosso próprio coração. Quando nos inclinamos diante de Deus, nos deparamos com a sua onisciência e é só assim que temos a coragem de dizer quem realmente somos. O contato com a onisciência de DEUS não nos permite disfarces, se tentarmos esconder coisas diante DELE nos sentimos ridículos pois sabemos que ele nos conhece. Assim somos desvendados por Deus e por nós mesmos.
2º) Para não entrarmos em tentação.
3º) Para desenvolvermos uma vida poderosa em Deus.
4º) Para compreendermos determinadas situações da vida que só se discernem espiritualmente.
5º) Para nos equiparmos para a batalha espiritual.
6º) Para entrarmos em uma nova dimensão de vida com Deus
Podemos usar o termo Levita para quem não é da tribo de Levi?
Havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita e se demorava ali. Jz 17.7.
O levita de Mica veio de Belém e era da família de Judá. Como poderia ser ele levita sendo de Judá e não da tribo de Levi. O levita, neste texto pode ser um exemplo da possibilidade de que indivíduos de outras tribos podiam, durante algum período, unir-se à tribo sacerdotal. Há ainda alguma evidência de que o termo levita fosse um título funcional com o sentido de alguém obrigado por voto, alem de servir como designação de uma tribo. Tipologicamente o levita do Velho Testamento nada mais é do que a figura do servo do Novo Testamento, que se consagra e assume a posição de levita para conduzir o tabernáculo do senhor.

Que a Graça e a Páz Reine no nosso meio.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dízimos e Ofertas a Luz da Bíblia




Ml 3.10 "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abstança."

DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para "dízimo" (ma’aser) significa literalmente "a décima parte".

(1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota).

(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.

(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).

(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).

(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).

A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO. Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT.

(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.

(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).

(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2; ), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2 nota).

(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2Co 8.9 nota). Para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4 nota).

(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.

(7) Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6 nota).


Que a Paz do Senhor Jesus semre esteja no nosso meio.


Tony F.L.Mamedes

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Santidade a Luz da Bíblia


Quando mencionamos a palavra santidade, muitas vezes o que nos vêm a mente, é algo muito difícil, que não conseguiremos nunca e achamos que só aqueles mais certinhos – quietinhos, calados ou que se vestem de modo santo - é que conseguem viver assim.

Realmente, esta é a idéia que muitas pessoas tem de santidade, algo visto, contemplado exteriormente; porém a santidade começa no coração.

Esta realidade vivida por muitos se assemelha a uma exortação que Jesus fez aos escribas e fariseus, pois se preocupam com o exterior (leis, regras) do que com o interior (coração) .

Mt 23:25-29. Jesus mostra para aqueles homens que a pureza do homem começa no coração. “O Senhor, contudo, disse a Samuel: ‘Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei.

O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração’”. I Samuel 16:7.

Entendendo a santificação:

- Santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres mais do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente. Por exemplo: quando uma pessoa que falava mentira se arrepende, nessa área ela cresceu, conseqüentemente está sendo mais semelhante a Cristo.

- Uma vez que nascemos de novo não podemos continuar pecando como um hábito ou como um padrão de vida (I J0 3:9).

- A santificação é um alvo de modo cristão, a partir do momento que a pessoa aceita a Cristo (I Pe 1:16), o seu desejo é ser como seu mestre; Cristo é nosso referencial de vida. Através do exemplo, e das palavras, podemos ver que conseguimos vencer cada obstáculo que vem sobre as nossas vidas.

- A Bíblia diz em Rm 6:11, 14, que “o pecado não terá domínio sobre nós”, portanto não somos mais escravos do pecado, isto significa que nós cristãos por meio do auxilio do poder do Espírito Santo, temos poder para superar as tentações e seduções do pecado.

- A santidade é um processo na vida do cristão. Paulo diz, que por toda a nossa vida cristã, estaremos sendo aperfeiçoados. “Todos nós.. somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem”.(II Co 3:18). Gradualmente nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã.

- Muitos adolescentes quando voltam de algum evento da Igreja (acampamento, encontro, culto, congresso), acham que tudo vai mudar de um dia para o outro. Isso não é verdade, apesar dessa motivação ser natural, o adolescente deve procurar um líder para orientá-lo, a partir do momento que esse decidiu mudar, fazendo assim ficará mais fácil lidar com as tentações que viram no decorrer dos dias.

- Santidade não é deixar de fazer, mas fazer conforme a palavra de Deus.

Motivos para a obediência a Deus na vida cristã:

1- O desejo de agradecer a Deus e de expressar nosso amor por ele. (JO 14:15).
2- A necessidade de manter uma consciência limpa diante de Deus.
3- O desejo de ser um “utensílio” para honra e glória de Deus. (II Tm2:20-21)
4- Desejo de ver as incrédulos vindo a Cristo por terem observado nossa vida (I Pe3:1-2)
5- O desejo de receber as bênçãos atuais de Deus sobre nossa vida e ministério.
6- Desejo de evitar o desprezar e a disciplina de Deus sobre nós.
7- Anseio por andar mais próximo de Deus (Mt 5:8).
8- Anseio de fazer o que Deus ordena, simplesmente porque Seus mandamentos são corretos e nos deleitamos em fazer o que é correto


"Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;" (I Pedro 1 : 15)


Que a santidade ensinada pelo Senhor Jesus esteja sempre nos nossos corações.


Tony F.L.Mamedes

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ter uma Religião ou Ter Jesus ?



Vamos tentar aqui esclarecer o que significa ter uma religião, ou mais precisamente, ser uma pessoa religiosa.


Antes de mais nada, informamos algo aqui muito interessante: quando Jesus esteve aqui em carne e osso, já existia no mundo de então mais de trezentas religiões e seitas. E as que existiam nos locais onde o Mestre pisou, todas elas tentaram ser uma pedra de tropeço para Jesus (fariseus, saduceus, zelotes, herodianos etc). Ou seja, todas elas somente quiseram atrapalhar a obra salvítica que Ele veio realizar.

Para falar a verdade, elas não diferem em nada das muitas religiões que conhecemos hoje (mesmo algumas que se auto-denominam cristãs). Ainda vemos muitos "fariseus" (que virou sinônimo de hipócrita) modernos metidos a cumpridores de lei se auto-justificando por aí. São chamados também de sepulcros caiados.


E no que deu tanta religiosidade, tanto zelo? No maior de todos os crimes já perpetrados pela humanidade a um homem justo: a morte por crucificação, que era dada na época somente aos piores criminosos e monstros. Mataram o Autor da vida, justamente Aquele que nos viera mostrar o caminho para o Céu, um caminho diferente e simples, apenas apertado e estreito, do qual tentamos nos desviar de todas as maneiras por causa de nossa religiosidade.

Preferimos sempre escolher outro caminho, o nosso próprio caminho, o caminho da auto-justificação, do auto-conhecimento, do auto-renascimento, do auto-aperfeiçoamento, tudo à nossa própria maneira, para depois ainda pensarmos que somos os mais sabidões.
Vejamos o que diz a Palavra de Deus a respeito disso:

Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não porém a sabedoria deste mundo, nem dos intelectuais deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos intelectuais deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca teriam crucificado o Senhor da glória (1Cor 2.6-8).

Na verdade, Jesus em nenhuma parte da Bíblia diz que Ele é a religião que devemos seguir. Vemos sempre Ele afirmando que é O CAMINHO, A PORTA, A RESSURREIÇÃO, A VIDA, O BOM PASTOR, entre tantas alegorias por Ele pronunciadas, para nos dar a entender que fora dEle não há outro nem outra solução para o problema do pecado do homem que precisa ser resolvido diante de Deus. Jesus é o Criador, o resto é criatura.


Por isso, se somos do tipo que vive se desculpando e se retraindo para poder afirmar: Eu já tenho a minha religião, estamos cometendo um grande equívoco que pode custar toda uma eternidade. Jesus não está oferecendo a nós mais uma religião, mas nos dando gratuitamente a salvação com garantia de uma vida abundante aqui e agora e eternamente.

Se pararmos para pensar um pouquinho veremos que isso não existe em nenhuma religião do mundo e nunca houve.

Jesus não nos diz que precisamos nascer e renascer em vários corpos por uma infinidade de vezes para que sejamos perfeitos. Isso é uma velha invenção do capeta que tem enganado a muitos que não examinam as Escrituras.

Ora, ora, não vamos morrer com a nossa religião (porque meu pai, meu avô, meu bisavô, meu tataravô era assim), mas vamos verificar a veracidade do que nos diz o Senhor Jesus. Não nos custa nada.


Por que deveríamos morrer na ignorância?

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32).

Por que não ser libertado pelo Rei Jesus? Ora, não vamos cometer também o mesmo engano dos fariseus que disseram a Jesus: Nunca fomos escravos de ninguém (João 8.33) Eles que já tinham sido escravos dos babilônios, dos persas, dos gregos, e agora eram escravos dos romanos. Mas não era desse tipo de liberdade que Jesus falava (e nos fala agora), mas da liberdade do espírito.


Essa, para quem não sabe, é a verdadeira liberdade.


Não vamos nos enganar: quem não serve a Jesus, serve ao diabo. Não há outra opção. Nem existe essa coisa de neutralidade e muito menos de "ficar em cima do muro".
E aí? Será que devemos optar pela nossa religião ? Será que devemos ficar com a tradição que nossos pais nos legaram? Ou será que o ensinamento de nossos antepassados é mais importante que o ensino do Autor da vida?

Oh, amigo, vamos deixar essa nossa religiosidade hipócrita de lado e vamos seguir apenas a Jesus, pois fora dEle não há a menor possibilidade de sermos salvos (Atos 4.12).

Senhor Jesus, para quem iríamos nós? Só tu tens as palavras da vida eterna (João 6.68).


Que a Graça e a Paz do Senhor Jesus sempre reine no nosso meio.


domingo, 2 de maio de 2010

Abra a Sua Boca e Louve ao Senhor !!!


Certamente você entende que não é possível louvar a Deus em silêncio. Louvar a Deus e dar-lhe graças é uma prática verbal, ou seja, é preciso falar e dizer os louvores. Observe como disse o salmista:

“A minha língua celebrará a Tua justiça e o Teu louvor todo o dia” - Salmo 35:28.

“Profira a minha boca louvores ao Senhor e toda carne louve o Seu santo nome para todo o sempre” - Salmo 145:21.

“Com júbilo nos lábios¸ a minha boca Te louva” - Salmo 63:5.

“O Senhor é a minha força e o meu escudo... por isso o meu coração exulta e com o meu cântico o louvarei” - Salmo 28:7.

“Cantai a Deus, salmodiai (cantar ou dizer com salmos) o Seu nome; exaltai ao que cavalga sobre as nuvens. Senhor é o Seu nome, exultai diante dEle” - Salmo 68:4.

Por essas citações, você pode entender que o louvor a Deus pode ser falado ou cantado. O livro de Salmos reúne “cânticos de louvor”.

O louvor é a expressão na boca (na língua) da “condição do coração, e está exatamente nisso o valor dele. Através do louvor, publicamos (tornamos público) a grandeza do nosso Deus, para que os homens saibam como Ele é grande em nós e para que satanás entenda que está em Deus a nossa confiança. O salmista afirma:

“Cantai ao Senhor, bendizei o Seu nome: proclamai a sua salvação dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas. Porque grande é o Senhor e mui digno de ser louvado” - Salmo 96:2-4.

“Exaltar-Te-ei, ó Deus meu, e Rei; bendirei o Teu nome para todo o sempre. Todos os dias Te bendirei, e louvarei o Teu nome para todo o sempre. Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado, a Sua grandeza é insondável” - Salmo 145:1-3.

Que você e eu possamos louvá-lo continuamente! Mas talvez você me diga: O que devo dizer? Como vou louvar ao Senhor? Realmente, não há uma fórmula, pois o louvor a Deus é uma expressão espontânea e muito pessoal daquilo que sentimos no coração em relação a Deus e a Sua grandeza para conosco. Dá-se graças informalmente e de maneira muito natural. Muitas vezes o louvor surge do nosso íntimo como resultado da nossa adoração. No livro “Vamos Adorar” diz que, quando você e eu adoramos a Deus corretamente, ou seja, “em espírito e em verdade”, quase sempre “explodimos” em cânticos ou expressões de profundo louvor na maior naturalidade possível.



Que a Graça e a Paz do Senhor sempre esteja no nosso meio.
Tony F.L.Mamedes

terça-feira, 20 de abril de 2010

Andando com o Espírito Santo


“Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde”... Mt.11:29-30
Vida no Espírito é lago que se renova a cada manhã. Infelizmente, hoje existem pessoas sobrecarregadas e até mesmo dentro da igreja. Sobrecarregadas por: circunstâncias, problemas, etc... Deus quer nos liberar de toda carga através desta vida no Espírito. (Gl 5.25-26)

COMO FAZER PARA NÃO DEIXAR DE ANDAR NO ESPÍRITO?

1) SENDO FERVOROSO NO ESPÍRITO – RM.12:11 – SERVINDO AO SENHOR.
Ser fervoroso no Espírito é ser apaixonado pelo Senhor e o seu propósito.
• Infelizmente, hoje a Igreja tem perdido esta paixão.

2) COMO A IGREJA TEM PERDIDO ESTA PAIXÃO?

A) Quando nós deixamos as coisas preciosas ser tornarem coisas comuns.
• Hoje em dia o diabo tem tirado o valor de tudo o que tem valor para Deus – Jo.10:10
• O povo de Deus sempre foi conhecido pela sua alegria em toda história.
• A igreja perdeu o fervor na humanização
B) Quando começamos a depender das coisas externas, de fora, e não do fluir verdadeiro de Deus – Jo.4:23-24
• Para os filhos de Deus a base de tudo tem que vir de DEUS, Ele é a única fonte dentro de nós
• Somos o seu templo, e temos que viver como tal
• A cada manhã temos que acordar cheios do Espírito

3) VIVEMOS EM UM MUNDO APÁTICO = RM 12:1-2

• A apatia vem sobre nós quando nós nos conformamos com a situação.
• Temos que tomar muito cuidado com os nosso filhos

4) A IGREJA TEM PERDIDO A VISÃO DO PROPÓSITO DE DEUS, ELA PERDEU O ALVO.

• Uma Igreja que vê o propósito de Deus com clareza é uma Igreja fervorosa – (Num.13:14)
• Os que perdem o alvo morrem no deserto.
• O alvo de Deus deve estar estampado em nós.
• Hoje em dia a Igreja tem se voltado mais para a estrutura do que para as vidas.

5) PORQUE O FERVOR É TÃO IMPORTANTE?

R: Porque ele é primordial na vida da Igreja, é uma prioridade.
Líderes, pastores, músicos, cada serviço deve ser realizado com paixão a Deus. Amor e paixão pelo os irmãos – (Jo.13:34-35)
• Não podemos fazer a obra de Deus sem paixão!
• Deve ser uma prioridade na minha vida o que eu amo. Temos que observar na vida dos discípulos o que é prioridade.
• O que queima por dentro deve fazer diferença por fora
• O que queima por dentro você sente o cheiro por fora, e o cheiro deve ser o cheiro de Cristo.
• Eu sei o quanto custou o preço da minha vida para Jesus.
• Eu não devo ficar preocupado em ser o melhor, mas em dar o melhor para Deus, o melhor para o Senhor da minha vida.
• Ser apaixonado por tudo aquilo que Deus ama.

COMO RESTAURAR A PAIXÃO PELO O MOVER?

1) OLHANDO PARA JESUS – É IMPOSSÍVEL ALGUÉM OLHAR PARA JESUS E NÃO FICAR APAIXONADO POR ELE . – EF.5:14/ HEB.12:2/ II COR.3:18
• Nós contemplamos o Senhor Jesus, contemplando o verbo = a palavra.
• Contemplar Jesus é contemplar a palavra de Deus.
• Podemos contemplar Jesus olhando para os nosso irmãos – Mt.18:20

2) PODEMOS RESTAURAR A PAIXÃO RETORNADO AO PRIMEIRO AMOR.
• Deve ser uma prioridade – Ap. 2:4
• Voltar ao primeiro amor fala de valores que se perderam
• Temos que resgatar os valores perdidos
• Primeiro amor é comunhão com Deus

3) DEIXE O ESPÍRITO SANTO ATIVAR OS SEUS DONS.
• Muitos não aprendem a desenvolver os seus dons – Ef.4:8
• Muitos enterraram os seus dons
• Temos que ajudar cada discípulo a desenvolver os dons
• Cada um tem um dom pelo menos – I Pe.4:10
• A partir do natural Deus dá o sobrenatural

4) FAÇA TUDO, AINDA QUE SEJA POUCO, FAÇA TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS
• Identifique os dons
• Santifique
• Deus unge tudo isso
• Submeta os seus dons ao corpo
• Submeta os seus dons aos líderes
• Submeta os seus dons a palavra de Deus
- Não agrada a Deus o enterrar os talentos – Mt.25:14-30
- A Igreja deve ser um lugar onde os dons precisam ser despertados

5) VIVA E ANDE PERTO DE GENTE APAIXONADA POR DEUS.
• Jovens, olhem para pessoas apaixonadas por Deus
• No trabalho, seja sócio de pessoas apaixonadas por Deus

6) NUNCA SE ESQUEÇA DE TUDO O QUE DEUS FEZ POR VOCÊ
• Um exemplo negativo – o povo de Israel – Num.12 e 14
• Sl.103 – Seja sempre grato ao Senhor por tudo, e nunca se esqueça do que Ele já fez por você.





Asaph Borba

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O EVANGELHO DA PAZ


Nosso ponto de partida para entendermos o Evangelho da Paz é o texto de Efésios 2:11-19 que você pode ler por inteiro na sua Bíblia.
O Primeiro fato a considerar é que nós éramos gentios separados de Deus, isto é, o único povo que era ligado a Deus era em sua origem o povo de Israel.Mas no decorrer da história o Senhor foi nos dando sinais de que isto mudaria através dos profetas, principalmente Isaías.
Em fatos como o da prostituta Raabe que escondeu os espias em Jericó recebendo a salvação no dia em que Israel destruiu Jericó também é um exemplo, e o sinal que lhe foi ordenado fazer para sinalizar a sua casa, que não seria destruída, foi um fio de escarlata pendurado na janela, que simboliza Jesus pendurado na Cruz do calvário oferecendo Salvação para todos os gentios.
Outro ponto importante é que os espias proibiram Raabe de sair de sua casa enquanto estivessem batalhando, bem como sua família também que foi toda guardada em sua casa, que simboliza a Igreja do Senhor, lugar de abrigo, lugar de adoração a Deus pela salvação do fio de escarlata, Jesus Cristo.
Posso compreender também que em meio a tantas casas destruídas a de Raabe continuou de pé, simbolizando que este mundo pode passar por quaisquer tipos de transformações, e tem passado, mas a Igreja do Senhor permanece operante e inabalável no seu Redentor que vive.
Assim Efésios 2:14 nos informa que Jesus é a nossa paz, e que de dois povos ele fez um, como está escrito em Colocensses 3:9-12 confira: "Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos, E vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos. Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade".
Percebeu? Não há mais separação, Deus nos uniu em Paz. Em Efésios 2:17 diz que Jesus nos evangelizou a paz, ou seja, Ele pregou as boas novas de paz, que diz que nós somos livres para adorar a Deus, "Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus" (I João 4:15). Esse confessar tem o sentido de acreditar no fundo de seu coração e expressar em palavras, através dos seus lábios, que acredita na morte e ressurreição de Jesus, por conseguinte, entregar-se por completo a Jesus, para obedecer as suas palavras e viver uma vida de santidade no Espírito de Deus.
Ainda em João 14:27 estão registradas as seguintes palavras de Jesus: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize".
Todos que confessarem crer no evangelho da paz, onde Jesus é o centro de toda adoração e louvor, tem direito a Paz que Ele deixou como garantia de que não ficaríamos desamparados aqui na Terra, portanto não tenha medo de nada, pois Jesus nos mandou o Espírito Santo, que como Jesus e o Pai, é Deus conosco, mora dentro do coração dos salvos e estabelece a paz dos céus em nossas vidas.
Quanto a satanás e seus demônios, que no mundo vivem tentando nos parar, nos desanimar, nos fazer não acreditar nas promessas de Jesus não se preocupe, pois está registrado em Romanos 16:20 - "E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés.
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém".
Ps. Estudo retirado do blog - http://www.aindaexistepaz.com/ estudo postado dia 12/01/2009.

terça-feira, 6 de abril de 2010

A VERDADEIRA PÁSCOA.
















A PÁSCOA

"Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito[e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós "
(I Pedro 1:18 ao 20)

O comércio voraz, faminto de dinheiro, trocou o cordeiro pelo coelho. Aliás, um coelho muito versátil, quase milagroso, que põe ovos de chocolate de todos os tamanhos e para todos os gostos. Para o consumismo insaciável, a essência da páscoa não tem a menor importância. O que importa é vender, vender muito, ainda que na mente das pessoas a verdade seja sacrificada, e o cordeiro fique esquecido. Para uma sociedade materialista, secularizada e consumista cujo deus é o ventre, o importante é empanturrar o estômago de chocolate, ainda que se sacrifique no altar do comércio esfaimado, a essência da verdade.

Preocupante é o fato de fazermos parte desta cultura sem nenhuma reação de inconformação. Fazemos como Eli, banqueteando com as gorduras tiradas pecaminosamente do altar, sendo coniventes com os pecados de uma geração que se recusa a dar ouvidos à verdade de Deus. Nossos filhos são levados a assimilar mais o coelho, ou melhor, o chocolate, do que o cordeiro que foi morto por nós. Vêem mais o retrato das lojas agressivamente decoradas do que a história eloqüente da libertação do povo de Deus. Precisamos investir mais tempo ensinando aos nossos filhos sobre a Páscoa.

Esta é uma história central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica que o povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue havia sido aplicado sobre as vergas das portas. Esta é a história épica da libertação do povo de Deus do cativeiro, com mão forte e poderosa.

A Bíblia fala que Jesus é o nosso cordeiro pascal. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus. Foi ele quem foi imolado na cruz por nós. Ele sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele se fez maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. Ele morreu exangue na cruz, adquirindo para nós eterna redenção. Esta é a história da nossa alforria. É a história da nossa libertação do cativeiro. É a história da nossa eterna salvação. Não podemos deixar que ela seja distorcida e diluída em chocolate. Não podemos permitir que o maior de todos os sacrifícios, vivido na hora mais amarga do Filho de Deus, bebendo sozinho o cálice da ira divina, seja reduzido a um festival de gastronomia.

O coelho é um intruso que nada tem a ver com a festa da páscoa. Esta festa é a festa do cordeiro, do Cordeiro de Deus. Ele sim, deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade. Que a nossa família possa estar reunida não em torno do ovo de chocolate, mas em torno de Jesus, o Cordeiro que foi morto, mas vive pelos séculos dos séculos, tendo a certeza que estamos debaixo do abrigo de seu sangue.

Pense nisto: "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós."


Não estamos proibidos de comer chocolate, mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos os alimentos sem fermento, o pão e vinho, em memória da morte do Senhor Jesus.

Estamos assim, a família do Senhor, simbolicamente comendo a carne do cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o mundo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em meu lugar, no seu lugar.

Neste domingo de Páscoa a Primeira Igreja Batista de Araputanga celebrou a verdadeira páscoa com toda a igreja e visitantes, celebramos a ceia com pães asmos e o suco de uva.
Houve neste domingo também duas almas que se renderam ao cordeiro pascoal, sejam bem vindos irmãos.
Regozijemo-nos e alegremo-nos na certeza que o anjo da morte não nos alcançará, pois:
"Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1)
E que a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sempre esteja no nosso meio.

Tony F.L.Mamedes

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A IGREJA BATISTA PARTICIPA DO ARTE NA PRAÇA GOSPEL











Neste sábado dia 03 de Abril o Ministério de Louvor e o Ministério de Coreografia da Igreja participaram do Arte na Praça Gospel.

Houveram as participações de igrejas evangélicas de todo região.

Os irmãos da PIB de Araputanga estiveram em um grande número no evento.

Um Grande abraço Para Todos e que a Paz do nosso Senhor sempre esteja no nosso meio.